O herpes é uma doença contagiosa causado por vírus, assim como o da gripe. Calcula-se que 90% da população possua o vírus, porém somente de 40% a 20% manifestam o herpes na forma da doença. Uma vez contaminado pelo vírus, ele irá permanecer no organismo pelo resto da vida.

Normalmente o contágio acontece nas primeiras fases da infância. Esse primeiro contato com o vírus leva a uma infecção mais intensa e normalmente se apresenta na forma de estomatite, feridas por toda a boca e/ou lábio podendo atingir a garganta.

Após a primeira infecção, os episódios são mais brandos e geralmente acontecem quando a imunidade está baixa, com a exposição direta ao sol, stress, temperaturas baixas e na menstruação das mulheres.

A doença dura aproximadamente de 7 a 10 dias, e se divide em quatro fases. Essas fases possuem diferentes aspectos clínicos, sintomas e o mais importante: tratamentos.

Fase de Prurido

Nessa fase não há nenhuma lesão visível, somente sintomas sensoriais como formigamento, dormência, dor, ardor e vermelhidão.

Essa é a fase ideal para o tratamento, pois em muitos casos há involução da doença e as lesões não desenvolvem. Esse tratamento pode ser feito através de medicamentos antivirais orais e/ou laserterapia. Os medicamentos antivirais em forma de pomada não costumam ter bons resultados.

 

Fase de Bolhas

Aparecimento de um conjunto de pequenas bolhas, que podem formar uma grande. A área torna-se bastante dolorosa e avermelhada. O tratamento é através das pomadas antivirais e de laserterapia. A laserterapia vai diminuir o ciclo da doença, diminuir o inchaço e a dor. 

Fase de Úlcera

As bolhas se rompem e formam uma úlcera rasa. Essa é a fase mais dolorosa e mais contagiosa. O tratamento é através das pomadas antivirais e de laserterapia. A laserterapia irá auxiliar na cicatrização mais rápida e no alívio imediato da dor.

Fase de Crosta

A ferida seca e cicatriza. Ao soltar a crosta é normal haver uma hemorragia localizada.

 

Cuidados 

Os cuidados com herpes são importantes tanto para quem o tem, quanto para as pessoas a fim de evitar a transmissão.

Ao identificar infecção, lave sempre as mãos, após tocá-la. Não toque seus olhos, não beije e não compartilhe objetos de uso pessoal.

A laserterapia no tratamento da Herpes Labial

Atualmente a laserterapia é o tratamento mais eficaz para a herpes labial. Além de tratar a lesão, existem estudos que dizem que o uso do laser previne o aparecimento de lesões futuras, deixando os episódios do herpes labial mais espaçados.

Os melhores resultados são quando utilizamos o laser quando o paciente apresenta um leve formigamento. Nessa fase inicial, a idéia é inibir o desenvolvimento subsequente da lesão. Pode acontecer da lesão se desenvolver, contudo, mesmo assim, o ciclo se completará em um período menor.

Nas fases seguintes, quando a lesão já está presente, o objetivo é diminuir o edema, a dor e a duração do ciclo da doença.

O tratamento consiste em uma única aplicação do laser na região afetada, com duração de aproximadamente 2 minutos, totalmente indolor.

Gostaria de obter mais informações sobre o processo de tratamento? Agende uma conversa com a Dra. Camila e esclareça suas dúvidas, sem compromisso.

 

Uma proposta de inserção do cirurgião-dentista na equipe  multidisciplinar de prevenção e tratamento do câncer

De maneira geral, um paciente que recebe o diagnóstico de câncer passa a receber auxílio de uma equipe multidisciplinar. Estudos recentes indicam a necessidade da inclusão do cirurgião-dentista como um membro desta equipe. Hospitais de referência, como Sírio Libanês e Albert Einstein, já possuem esse profissional como integrante da equipe oncológica.

Pacientes submetidos a quimioterapia, transplante de medula óssea e radioterapia de cabeça e pescoço, podem apresentar diversas complicações orais que somente o dentista é capaz de prevenir, diagnosticar e tratar. O objetivo principal é melhorar a qualidade de vida do paciente e diminuir os custos hospitalares. A presença desse profissional no preparo do paciente para o tratamento oncológico, bem como sua colaboração no diagnóstico precoce e correto das manifestações orais, podem contribuir positivamente para o sucesso do tratamento multidisciplinar do paciente oncológico.

1. Eliminação de focos infecciosos pré-quimioterapia e radioterapia:

• Documentação radiológica

• Profilaxia periodontal

• Tratamento de lesões ósseas inflamatórias de origem dental

 

2. Prevenção/Tratamento de mucosite

• Laser de baixa potência (infra vermelho e vermelho)

• Orientação de higiene bucal (métodos de limpeza específicos para cada paciente)

 

3. Drenagem linfática através de laser de baixa potência (linfonodos não comprometidos)

Benefícios

• Prevenção de infecções frequentemente causadas por bactéria orais, como endocardite e osteomielite

• Menor incidência de interrupção/atraso do ciclo quimioterápico

• Melhora do conforto durante as refeições

• Aumento da auto-estima e qualidade de vida

Laserterapia

A mucosite ocorre com freqüência em pacientes submetidos ao tratamento oncológico, podendo variar de 70% a 100% de incidência.  Como é encarada como uma complicação do tratamento oncológico, normalmente não é tratada.

Porém, a  laserterapia tem demonstrado grande efetividade na sua prevenção e tratamento. O laser de baixa potência é uma nova tecnologia que pode ser empregada na prevenção e tratamento da mucosite oral. O tratamento pode ser preventivo (indicado em casos de transplante de medula óssea, quimioterapia em altas doses e radioterapia em cabeça e pescoço) ou curativo. O tratamento curativo atua como coadjuvante, com o objetivo de analgesia e aceleração do processo de reparação das feridas.

A laserterapia é realizada através de aplicações diárias do laser, na região afetada. As sessões duram aproximadamente 15 minutos e podem acontecer no ambiente hospitalar, no consultório odontológico ou na forma de home care.

Gostaria de obter mais informações sobre o processo de tratamento? Agende uma apresentação com a Dra. Camila e esclareça suas dúvidas, sem compromisso.

É com grande satisfação que informamos a inauguração do novo consultório, localizado na Rua Antônio André de Sá Filho, 11.

Localizado próximo às estações Conceição e Jabaquara do Metrô, na altura do número 1600 da Av. Engenheiro Armando de Arruda Pereira. 

Contato pelo fone: 5012-0551

 

 

Já faz algum tempo que eu estava planejando escrever sobre a questão dos Convênios Odontológicos. Uma grande parte da população acredita que a ampliação dos convênios de saúde com a incorporação da área odontológica revelou-se um grande benefício. E a população deveria estar certa, não fosse o quadro absurdo que vêm se desenhando graças a empresas como o Grupo Unna, que incorporou entre outras, o convênio Bradesco e que agora é responsável por 46% dos convênios odontológicos no País.

A partir dessa incorporação, o Grupo Unna estabeleceu regras e tabelas de remuneração que ferem a legislação vigente e que tornam impossível um atendimento de qualidade feito por um cirurgião dentista. Um exemplo básico mas bastante simples de entender: UM raio-x, procedimento que exige equipamento e treinamento especializado, ambiente preparado (as paredes do consultório precisam ser revestidas com um cimento especial, chamado massa baritada) remunera ao dentista absurdos R$ 2,47. Isso é menos do que você paga por uma pipoca no cinema (veja artigo do blog Medo de Dentista: http://medodedentista.com.br/2012/03/a-rede-unna-e-a-odontologia-mais-barata-que-pipoca.html). Este valor não cobre sequer o material utilizado para a retirada do raio-x.

O reflexo desta situação têm se tornado bastante evidente. Dentistas que não aceitam reduzir a qualidade de seu atendimento e dos materiais que utilizam em seu trabalho estão se descredenciando dos planos. E aqueles que se mantêm no convênio têm reduzido drasticamente ambos. Em casos mais críticos já soubemos de absurdos como o uso de materiais impróprios para odontologia sendo aplicados como substitutos e consultas realizadas a cada 15 minutos. É simplesmente impossível realizar uma profilaxia, limpeza e esterilização do material odontológico num intervalo de tempo tão curto e o pior disso é que quem senta na cadeira do dentista sequer têm idéia dos sérios riscos que corre, deste infecções até doenças extremamente sérias como a Hepatite ou até mesmo o HIV;

Finalmente as entidades como o CROSP (Conselho Regional de Odontologia de São Paulo) têm iniciado um debate a respeito do assunto. Não se trata de ambição capitalista dos dentistas mas sim de uma luta por uma remuneração justa e que tem profundo impacto na saúde publica.

Veja réplica da carta do CROSP aos dentistas de São Paulo:

 

"CROSP na luta contra Rede UNNA

Os planos não existem sem os cirurgiões-dentistas, mas os cirurgiões-dentistas existem sem os planos

Nos últimos anos uma das prioridades do CROSP foi, e continua sendo, lutar pela digna e justa remuneração do cirurgião-dentista. E o principal foco desse esforço tem sido o aumento dos valores pagos pelos planos odontológicos aos profissionais.

O Conselho promoveu diversas ações individuais e junto a entidades, recriou a Comissão Nacional de Convênios e Credenciamento - CNCC, fez uma interlocução com a ANS e participou de todas as iniciativas coletivas nesse sentido, inclusive em conjunto com os médicos.

Como é natural e coerente com a posição adotada desde sempre, o CROSP integra desde a primeira hora o movimento contra a Rede UNNA, cujo novo contrato reduz em até 60% os valores pagos pelas operadoras aos profissionais. Participamos do planejamento e das discussões, apoiando e garantindo que os interesses dos cirurgiões-dentistas sejam respeitados.

A Dra. Maria Lucia Zarvos Varellis, secretária-conselheira do CROSP, participou da reunião nacional realizada em Salvador, no dia 2 de março. Nela, o grupo que reuniu integrantes do CFO e dos CROs de grande parte do país discutiu o assunto, e, nos próximos dias, será publicada a deliberação. O encontro demonstrou que as instituições de todo o Brasil estão trabalhando juntas e alinhadas em torno da mesma causa.

Clique aqui para ouvir as entrevistas concedidas pela Dra. Maria Lucia para grandes rádios do estado sobre o assunto.

É importante lembrar também que o CROSP, em conjunto com a APCD e a ABCD, desde o ano passado tem atuado junto ao Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo (SINOG) para que importantes reivindicações dos profissionais sejam atendidas pelos planos. Entre elas:

- Definição de reajuste imediato nos valores praticados pelas operadoras de planos odontológicos;

- Instituição de data-base anual para reajuste dos procedimentos odontológicos;

- Redução no número de glosas administrativas praticadas pelo setor;

- Cumprimento da Portaria CFO 102/2010, que proíbe o uso indiscriminado de raio-X

Portanto, o CROSP vai continuar empregando muita energia no movimento contra a Rede UNNA.

Aguarde mais detalhes sobre outras ações efetivas que estão sendo finalizadas pelo CROSP na próxima edição do Jornal do Novo CROSP, que será distribuído na segunda quinzena de março.

Essa luta é uma das principais bandeiras do Conselho que, a exemplo do lema da capital do nosso estado, não é conduzido, conduz."

 

Saiba mais sobre este assunto nos blogs

http://vidadedentista.com.br/2012/03/rede-unna-o-cartel-dos-planos-odontologicos.html

http://odontodivas.com/2012/03/dentista-um-escravo-do-lucro.html

http://www.dicasodonto.com.br/2012/03/02/dentista-voce-sustenta-empresario/

 

Diversos trabalhos científicos vêm demonstrando a efetividade do Laser de baixa potência (LBI) no tratamento da mucosite causada pela quimioterapia e radioterapia.

A mucosite é uma inflamação da mucosa bucal, que ocorre durante o tratamento oncológico através da radioterapia na região de cabeça e pescoço e/ou quimioterapia. A mucosite se apresenta através de feridas como “aftas” e normalmente são muito dolorosas. A dor causada pela mucosite atinge a qualidade de vida do paciente, pela dificuldade de falar, deglutir os alimentos e até pode impedir as atividades sociais. A mucosite também aumenta a chance de complicações que podem levar á morte.

Um estudo feito para a conclusão de mestrado comprovou que pacientes que fazem aplicações de laser preventivamente apresentam mucosite com menor freqüência, menor severidade, menor escore para dor, menor tempo de internação e menor índice no uso de alimentação por sonda.

Por isso não devemos aceitar a mucosite como uma complicação inerente ao tratamento oncológico.  Diversos estudos vêm sendo desenvolvidos para melhorar a qualidade de vida e a chance de cura do paciente.

O Laser de Baixa Potência surge como a melhor alternativa contra a mucosite. A sua maior efetividade é quando utilizado de maneira preventiva, ou seja, antes da mucosite aparecer.

O tratamento preventivo é feito através de aplicações diárias de laser, que duram cerca de 15 minutos, e podem ser realizadas no consultório odontológico, no hospital ou na casa do paciente.

Procure-nos ou informe-se com um profissional cirurgião-dentista sobre a necessidade de indicação da laserterapia preventiva e faça uma avaliação odontológica completa. Uma postura participativa e ativa vai fazer toda a diferença para o sucesso do tratamento.